sábado, 9 de maio de 2009

8 da manhã...
e pronto o telefone desatina a tocar, tantas informações, tantos desejos, há muita pressa, há muito medo...
se para um segundo, eu já bocejo, só me resta um café corrido, 5 minutos pra alimentar o meu desejo, e os minutos correm apressados, dois goles, um sorriso, não há tempo pra nada...
os olhos fixos naquela tela, nem quero pensar em números,
mas desvairado, telefone toca pra me interroper o silêncio, descoordenar a estrura alinhavada do meu pensamento. Onde para esse caos? Onde para esse medo? é muito tempo vazia de mim...
é muito...

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