e ainda assim, mesmo que tudo pareça insano,
sem fim e cheio de rastros e marcas e pontos...
o fim de amor é sempre desengano...
dolorido fato, incontaveis desencantos...
fica um soluço vagando...
fica um sorriso de canto...
ficam as marcas e tantas...
fica o ponto e pronto!
cada um que cuide do que restar!
e replante seu alecrim,
refaça sua orquestra,
de asa a borboleta.
e cresça, até o fim passar!
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