sábado, 20 de março de 2010

Pros seus olhos...

Alimenta a alma,
a paz e a calma.

Traduz na sua sutileza,
pequenas pistas,
ouro e cobre
em sua realeza,
distância e afeto
em dualidade nobre.

Aos céus rogo,
mais um instante.
Sem definições
ou indicadores.

Aos céus eu rogo,
outra cena entrelaçada,
a diversidade de sabores,
o desejo que cria poesia
e todas as suas cores.

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