deusa de cera,
de olhos de cristal,
produção de abelha,
semente, terra e sal.
quimera escondida.
tão diferente do normal,
e tão atrevida,
faces pro bem, não faças mal!
deusa menina,
tão refinada e desigual
e que me fascina,
semente, terra e sal.
Querido, obrigada por valorizar a simplicidade, e por agregar valores e sons ao que me é tão delicado, mas tão sincero!!!
Beijo Grande Leo Bruno!!!!
quarta-feira, 14 de abril de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Pros seus olhos...
Alimenta a alma,
a paz e a calma.
Traduz na sua sutileza,
pequenas pistas,
ouro e cobre
em sua realeza,
distância e afeto
em dualidade nobre.
Aos céus rogo,
mais um instante.
Sem definições
ou indicadores.
Aos céus eu rogo,
outra cena entrelaçada,
a diversidade de sabores,
o desejo que cria poesia
e todas as suas cores.
Alimenta a alma,
a paz e a calma.
Traduz na sua sutileza,
pequenas pistas,
ouro e cobre
em sua realeza,
distância e afeto
em dualidade nobre.
Aos céus rogo,
mais um instante.
Sem definições
ou indicadores.
Aos céus eu rogo,
outra cena entrelaçada,
a diversidade de sabores,
o desejo que cria poesia
e todas as suas cores.
sexta-feira, 12 de março de 2010
Onde volto atras...
Corre tudo lá fora,
de forma perfeitamente normal,
corre a rua, a Lapa a Glória,
meus olhos percorrem o cais,
passeiam lentamente
pelas frestas das cortinas escuras,
decidindo o nunca mais.
Meus olhos passeiam,
marejados, decidos,
insanos e voluveis,
e tudo em mim volta atras.
desejei encantos tantos.
se é sem fugir que vou mais longe,
se é entregando que posso mais,
me dando pelas pontas permaneço,
sem saber de nada mais.
de forma perfeitamente normal,
corre a rua, a Lapa a Glória,
meus olhos percorrem o cais,
passeiam lentamente
pelas frestas das cortinas escuras,
decidindo o nunca mais.
Meus olhos passeiam,
marejados, decidos,
insanos e voluveis,
e tudo em mim volta atras.
desejei encantos tantos.
se é sem fugir que vou mais longe,
se é entregando que posso mais,
me dando pelas pontas permaneço,
sem saber de nada mais.
segunda-feira, 8 de março de 2010
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Deixe que durma em paz nosso segredo,
não o revele, nem o faça despertar....
deixe que descanse em nosso enredo,
nos contentemos com a vontade de sonhar....
deixe que descanse em paz,
os trilhos, a trajetoria,
deixe que o que for pra ser vigora.
cada um de nós tem seu lugar.
deixe que a chuva caia lá fora,
e não vá embora antes do dia clarear,
adormeça aqui nos meus braços,
há brilho de sentidos no ar!!!
não o revele, nem o faça despertar....
deixe que descanse em nosso enredo,
nos contentemos com a vontade de sonhar....
deixe que descanse em paz,
os trilhos, a trajetoria,
deixe que o que for pra ser vigora.
cada um de nós tem seu lugar.
deixe que a chuva caia lá fora,
e não vá embora antes do dia clarear,
adormeça aqui nos meus braços,
há brilho de sentidos no ar!!!
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