A tua voz...torna mais nobre a cinzura da minha glória.
não sou a mesma de outrora,nem cabes mais naquela roupa, e agora?
Foram tantos passos em descaminhos e eu que julguei perdido meu grito na tua memória,
me espanto e canto e digo,em qual das tuas tantas ecolhasme encaixo agora?
Como é que não me abro a tua retórica?
Mas se te espantas com a inocência que meus versos supõe nesta hora
como viverás com eles, se não satisfizerem os desejos lançados desde o fim daquela história?
e se insegura eu permanecer?
e se não couberem nos próximos passos, esta cinzura que te apavora?
como é que não sinto medo? e se eu julgar o teu retorno o alimento da minha paz?
e se em algum momento a vida desandar?como é que você faz?
Vai, me explica, me conta todos os anseios.transparece, onde foi que você me quis?
como me nego ao teu retorno?
se só contigo eu fui feliz?
Nenhum comentário:
Postar um comentário