Quando contemplas aflito
A cinzura que minha glória tem
Não vês o quanto é bendito
Ser do amor refém?
E se passam tantos dias,
Nas palavras ainda te encontro,
Como sempre soubemos bem,
No encanto da poesia,
Tua cara e meu guia,
Somos do amor reféns.
E a devorar palavras com voraz ansiedade,
Retirando do invólucro, o tão bem amado,
Lacrado com fita de cetim, meu doce passado,
Recordo-me tão pouco do gosto de ter,
Mas o de ser, ainda está guardado,
O amor mais incrustado,
Sendo refém, sem poder ser.
Amo essa mágica com as palavras que só você faz!
ResponderExcluirÉ muito bom saber que você está escrevendo novamente...
ResponderExcluirFico feliz por você...
Saudades...
Bjus...
Ass.: Marcelo Romeiro