Ai! qdo me meto dentro de tua íris,
desse castanho sem fim, e dessa tua cara inocente
Ai! quando te olho de banda
e quando te flagro...
e quando te vejo atuando...
e quando te olho...
e quando brincas comigo!
eu desatino!
e quando me abro aos teus braços
em um enlace apertado....
meu desatino...
e quando não me passas
de um olho ao redor,
e quando não me rendes mais que uns desvarios...
ai... quando eu me meto dentro da tua íris
castanha sem fim...
Meu desatino!
Vou comentar depois... fantasticos seus textos!!
ResponderExcluirAbraço do Almeida
Disse que voltaria...
ResponderExcluirDeixa eu te dizer o que achei (como pessoa virtual):
Textos cheios de simbolismo, de poder, de referencias a coisas que provavelmente só vc deve saber.
Teus textos parecem alguma coisa de misturado na inocencia de Mario Quintana, na forma de Fernando Pessoa, no estilo de Cecília Meirelles..
Alguns deles tem uma doçura, outros sensualidade. Parabéns... Poesia como a tua não se encontra todo dia! comente alguma coisa minha por lá