terça-feira, 7 de abril de 2009

Ainda espero calada,
a tua presença aqui.

Os olhos, as mãos...
Mas nada, nada há teu em mim.

É um quase sonhar acordada
sem jamais admitir...
que te quis na hora errada
e assim te vi partir.

Ainda espero calada
a tua voz no portão,
ouvir teus passos na calçada
e o fim da solidão.

Ainda espero calada,
que retornes ao meu encontro
e que desta vez
que nada mude lugar...
q a certeza passe de talvez
e nossa paz retome seu lugar...

Eu ainda espero calada
o dia pra te ver voltar.

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