Se não queres que eu diga!
Tento manter meus pés no chão,
Ainda que neles me ponha na ponta
Toda vez que te beijo!
Tento não escolher entre o sim e não!
Prefiro, me fazendo de tonta,
Roçar teu pescoço, morder o teu queixo!
Te olhar assim de lado, abraçar apertado,
e não definir escolhas... não pensar em escolhas...
Prefiro brincar contigo... ser teu amigo
Virar teu amor!
Primeiro beijo na Praia,
a lua que me valha...
enquanto o sol se põe...
De ti não quero nada...
Nada além das canções que gostamos,
Dos beijos nos lugares estranhos...
Dos sorrisos que me dá!
E outro beijo na praia
molhar os pés no mar.
De você eu quero...
mas conforme suas exigencias
eu nego.... eu juro!
Não vou falar!!!
quinta-feira, 30 de abril de 2009
domingo, 19 de abril de 2009
Ai! qdo me meto dentro de tua íris,
desse castanho sem fim, e dessa tua cara inocente
Ai! quando te olho de banda
e quando te flagro...
e quando te vejo atuando...
e quando te olho...
e quando brincas comigo!
eu desatino!
e quando me abro aos teus braços
em um enlace apertado....
meu desatino...
e quando não me passas
de um olho ao redor,
e quando não me rendes mais que uns desvarios...
ai... quando eu me meto dentro da tua íris
castanha sem fim...
Meu desatino!
desse castanho sem fim, e dessa tua cara inocente
Ai! quando te olho de banda
e quando te flagro...
e quando te vejo atuando...
e quando te olho...
e quando brincas comigo!
eu desatino!
e quando me abro aos teus braços
em um enlace apertado....
meu desatino...
e quando não me passas
de um olho ao redor,
e quando não me rendes mais que uns desvarios...
ai... quando eu me meto dentro da tua íris
castanha sem fim...
Meu desatino!
segunda-feira, 13 de abril de 2009
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Mandinga de menina
A menina mandigueira
acende a vela e mesmo que não queira
já acorda de branco toda sexta-feira.
desfila suas tranças, rodando seu encanto
gira a menina a renda
e faz ciranda, entoando o ponto
presente pro seu santo .
ela gira e me faz girar,
ela dança e em seu balançar
pula seus pés descalços no chão,
o contado direto do chão batido
faz sua devoção pulsar...
a menina mandingueira
das tranças cumpridas
do olhar fagueiro
moça-madinga
girando na roda
balança seu corpo inteiro.
acende a vela e mesmo que não queira
já acorda de branco toda sexta-feira.
desfila suas tranças, rodando seu encanto
gira a menina a renda
e faz ciranda, entoando o ponto
presente pro seu santo .
ela gira e me faz girar,
ela dança e em seu balançar
pula seus pés descalços no chão,
o contado direto do chão batido
faz sua devoção pulsar...
a menina mandingueira
das tranças cumpridas
do olhar fagueiro
moça-madinga
girando na roda
balança seu corpo inteiro.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Ainda espero calada,
a tua presença aqui.
Os olhos, as mãos...
Mas nada, nada há teu em mim.
É um quase sonhar acordada
sem jamais admitir...
que te quis na hora errada
e assim te vi partir.
Ainda espero calada
a tua voz no portão,
ouvir teus passos na calçada
e o fim da solidão.
Ainda espero calada,
que retornes ao meu encontro
e que desta vez
que nada mude lugar...
q a certeza passe de talvez
e nossa paz retome seu lugar...
Eu ainda espero calada
o dia pra te ver voltar.
a tua presença aqui.
Os olhos, as mãos...
Mas nada, nada há teu em mim.
É um quase sonhar acordada
sem jamais admitir...
que te quis na hora errada
e assim te vi partir.
Ainda espero calada
a tua voz no portão,
ouvir teus passos na calçada
e o fim da solidão.
Ainda espero calada,
que retornes ao meu encontro
e que desta vez
que nada mude lugar...
q a certeza passe de talvez
e nossa paz retome seu lugar...
Eu ainda espero calada
o dia pra te ver voltar.
Ao som da zabumba os pés passeavam pelo salão,
de olhos entreabertos, em passos discretos ,
naquele momento não havia razão
para que dor alguma habitasse seu pensamento.
O triangulo, a sanfona a voz e a canção,
alardeavam o sentimento.
Não havia mais escolhas, seus olhos habitavam
aqueles olhos, em passos lentos, a música, o vento,
a girar pelo salão...
Como se mágica fosse, estalar de dedos.
De olhos entreabertos , marcados a passos certos
os giros pelo salão.
Não existiam mais escolhas , apenas olhares...
Que se cruzavam em delicadas flechas pelos olhos entreabertos
A girar pelo salão.
E assumia de vez o sim, o lugar do não!
E foram se abrindo brechas daquele desestruturado coração,
Trancado a ferro pelo tempo, nos olhares, movimentos,
A girar pelo salão.
de olhos entreabertos, em passos discretos ,
naquele momento não havia razão
para que dor alguma habitasse seu pensamento.
O triangulo, a sanfona a voz e a canção,
alardeavam o sentimento.
Não havia mais escolhas, seus olhos habitavam
aqueles olhos, em passos lentos, a música, o vento,
a girar pelo salão...
Como se mágica fosse, estalar de dedos.
De olhos entreabertos , marcados a passos certos
os giros pelo salão.
Não existiam mais escolhas , apenas olhares...
Que se cruzavam em delicadas flechas pelos olhos entreabertos
A girar pelo salão.
E assumia de vez o sim, o lugar do não!
E foram se abrindo brechas daquele desestruturado coração,
Trancado a ferro pelo tempo, nos olhares, movimentos,
A girar pelo salão.
sábado, 4 de abril de 2009
Qual a tua duvida?
O que te impede e te alucina?
O que te prende?
O que te fascina?
O que pretende?
Que escolha te aproxima?
Onde está teu pensamento?
O que te causa tanto medo?
Qual será o teu momento?
Qual é o teu apego?
O que pretende a tua insegurança?
Será escolha tua?
Ou muro de proteção?
Aceitas meu aviso?
Há pouco tempo!
Leva tudo de improviso!
O que te impede e te alucina?
O que te prende?
O que te fascina?
O que pretende?
Que escolha te aproxima?
Onde está teu pensamento?
O que te causa tanto medo?
Qual será o teu momento?
Qual é o teu apego?
O que pretende a tua insegurança?
Será escolha tua?
Ou muro de proteção?
Aceitas meu aviso?
Há pouco tempo!
Leva tudo de improviso!
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